Afinal vamos mesmo ter túnel no sitio onde estava anteriormente programado, por baixo da Avenida dos Missionários em direcção a Agualva do outro lado da linha, ao contrário daquela cagada que nos estavam a tentar impor.
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quarta-feira, agosto 01, 2007
terça-feira, julho 24, 2007
O meu país é esquizofrénico II
A insistência gera sempre frutos. Ainda que poucos. Desta vez a insistência gerou um holofote. Um miserável holofote que ilumina apenas uma das partes reclamadas.
Por isso mesmo já seguiu nova insistência hoje de manhã, acompanhada de novas fotografias detalhando o local.
Fico contente por saber que ainda que não respondam aos mails, acabam por os ler, o que já não é mau.
O que é triste é não se conseguir fazer alguma coisa do princípio ao fim sem que haja críticas ou defeitos a apontar. Ainda estamos longe desse tempo.
Por isso mesmo já seguiu nova insistência hoje de manhã, acompanhada de novas fotografias detalhando o local.
Fico contente por saber que ainda que não respondam aos mails, acabam por os ler, o que já não é mau.
O que é triste é não se conseguir fazer alguma coisa do princípio ao fim sem que haja críticas ou defeitos a apontar. Ainda estamos longe desse tempo.
Pelo menos o nosso Presidente da Junta (o Justino) mandou-me um mail de conforto...
quinta-feira, julho 19, 2007
O meu país é esquizofrénico
E eu para lá caminho. Mas vamos aos factos, sobre os quais como bom apreciador do melhor estilo Miss Marple, vou tentar não contaminar com os meus furiosos juízos de valor.
Facto nº 1 – O Cacém está envolto em obras do Polis e não possuo rua à cerca de três meses, nem tão pouco iluminação pública;
Facto nº 2 – Na calada da noite, como eu já tinha previsto (ai o juízo de valor), os perigosos meliantes sentem-se protegidos pela escuridão e resolvem investir à pedrada contra a janela da pastelaria em frente à minha porta;
Facto nº 3 – Os meliantes podendo discretamente forçar a fechadura da porta de vidro a 1m da dita janela, resolvem em movimento aparatoso a duas mãos destruir em grande estardalhaço toda a janela, para entrar dentro da pastelaria;
Facto nº 4 – Devido a ausência total de policiamento de rua (ups, juízo de valor. Na realidade a policia tem o dom da ubiquidade) a autoridade tem de ser chamada e chega em movimento igualmente aparatoso, em duas viaturas que atravessa na estrada, onde vêm 6 polícias;
Facto nº 5 – Fruto da sorte que protege os audazes (e não da ausência de policiamento de rua), os meliantes entretanto tinham-se colocado em fuga numa viatura que se encontrava ela tb atravessada na estrada, à moda da polícia;
Facto nº 6 – Os perigosos meliantes levaram consigo uma máquina dispensadora de bolas com brinde no interior (?!?) que se encontrava no local directamente oposto ao da janela partida, logo o mais longe possível.
Facto nº 7 – Já de manhã, numa tentativa de perceber a gravidade da situação, tomo café na pastelaria.
Facto nº 8 – O dono brasileiro da pastelaria confidencia-me que a culpa é dessa mistura de raças que para ai anda. Desses brasileiros, ucranianos e negros sobre os quais tem de se fazer alguma coisa…
Facto nº 1 – O Cacém está envolto em obras do Polis e não possuo rua à cerca de três meses, nem tão pouco iluminação pública;
Facto nº 2 – Na calada da noite, como eu já tinha previsto (ai o juízo de valor), os perigosos meliantes sentem-se protegidos pela escuridão e resolvem investir à pedrada contra a janela da pastelaria em frente à minha porta;
Facto nº 3 – Os meliantes podendo discretamente forçar a fechadura da porta de vidro a 1m da dita janela, resolvem em movimento aparatoso a duas mãos destruir em grande estardalhaço toda a janela, para entrar dentro da pastelaria;
Facto nº 4 – Devido a ausência total de policiamento de rua (ups, juízo de valor. Na realidade a policia tem o dom da ubiquidade) a autoridade tem de ser chamada e chega em movimento igualmente aparatoso, em duas viaturas que atravessa na estrada, onde vêm 6 polícias;
Facto nº 5 – Fruto da sorte que protege os audazes (e não da ausência de policiamento de rua), os meliantes entretanto tinham-se colocado em fuga numa viatura que se encontrava ela tb atravessada na estrada, à moda da polícia;
Facto nº 6 – Os perigosos meliantes levaram consigo uma máquina dispensadora de bolas com brinde no interior (?!?) que se encontrava no local directamente oposto ao da janela partida, logo o mais longe possível.
Facto nº 7 – Já de manhã, numa tentativa de perceber a gravidade da situação, tomo café na pastelaria.
Facto nº 8 – O dono brasileiro da pastelaria confidencia-me que a culpa é dessa mistura de raças que para ai anda. Desses brasileiros, ucranianos e negros sobre os quais tem de se fazer alguma coisa…
Facto nº 9 - Todo este momento esquizofrénico da minha bela localidade, e logo do meu país, foi hoje de manhã participado à sociedade CacémPolis e à Junta de Freguesia correspondente, para que tomem as medidas necessárias e urgentes, de reposição da iluminação pública neste local.
terça-feira, maio 08, 2007
Polis das cavernas

Não, não é um borrão, nem uma foto mal feita do céu à noite. É a minha rua à noite no estado em que se encontra desde há três semanas.
Agora sim já começo a ficar ligeiramente arreliado, assim algo tipo em cólera (como a outra), algo maçado com estas obras.
Não bastava não ter rua vai para mais de um mês. Não ter mesmo, do género galocha como calçado essencial, como agora as retroescavadoras escavacaram com qualquer candeeiro existente.
Não pretendo lançar um alerta à gatunagem e vilanagem que para aí anda, mas é mau se um gajo chega mais tarde a casa já sem as luzes amarelas das máquinas e acabar por cair num buraco acabado de cavar à minha porta, que nestas condições eu não conseguirei ver…
Se isso acontecer só me descobrem na manhã seguinte já em hipotermia.
Agora sim já começo a ficar ligeiramente arreliado, assim algo tipo em cólera (como a outra), algo maçado com estas obras.
Não bastava não ter rua vai para mais de um mês. Não ter mesmo, do género galocha como calçado essencial, como agora as retroescavadoras escavacaram com qualquer candeeiro existente.
Não pretendo lançar um alerta à gatunagem e vilanagem que para aí anda, mas é mau se um gajo chega mais tarde a casa já sem as luzes amarelas das máquinas e acabar por cair num buraco acabado de cavar à minha porta, que nestas condições eu não conseguirei ver…
Se isso acontecer só me descobrem na manhã seguinte já em hipotermia.
quinta-feira, abril 12, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
Publique-se
Alerta a todos os amigos, ocasionais visitas e futuros comensais nos jantares que eu prometo sempre organizar… apreciadores de chá, cappuccino, cookies com mais ou menos chocolate, greens e futebol de primeira selecção, e dois dedos de conversa.
A partir deste momento deixo oficialmente de ter uma rua. O cerco aperta-se e se a chuva insistir em cair vejo-me na contingência de não sair mais de casa e por arrasto toda a gente impedida de entrar. É a vida do Suburbano.
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