Muito fraquinho, isto a 12 não tem piada nenhuma. Não há forma de criar debate quando cada um tem um bocadinho para dizer o que pensa. Nem dá para explorar incoerências e tantas que há... Está tudo demasiado metido dentro da câmara e têm todos demasiada responsabilidade na situação actual, os que não estão, não são alternativa válida.
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segunda-feira, julho 09, 2007
Lisboa em debate (8)
PÁRA TUDO - O Sá Fernandes tem 11 assessores? Até já estou a imaginar quem são...
Lisboa em debate (7)
Já cá faltava a teoria da "Janela Quebrada". Confesso que até me inclino a compreender a teoria e até aceito que poderia resultar em lisboa que está numa situação calamitosa em relação à manutenção do espaço público.
Outra coisa que já cá faltava eram os marxistas, os homossexuais e os imigrantes, que minam a essência branca e pura da capital do império. Sem eles tudo seria mais catita e lindo.
Lisboa em debate (6)
Afinal havia mais aeroporto. Ou melhor, mais portela, que de aeroporto começa a ter pouco. Nada a dizer. O costume.
Bater o pé, algo a que Roseta está habituada. Interessante já falar em equipa... e equipa com quem? fica por esclarecer, porque coitada é perseguida pela RTP.
Realmente houve algumas pessoas que não puderam falar sobre esta temática dos transportes.
Crise financeira, da câmara e do país. Um problema que já conhecemos e que nem sequer interessa muito ouvir.
O prblema da câmara está na falta de vitalidade generalizada da cidade. Lisboa está na situação impar que para atrair pessoas e negócios precisa de gastar mais e para manter os que existem terá que gastar mais. É uma situação absurda que não vai ser fácil de resolver perante uma população idosa e encaixotada em bairros sociais, em que os condominios privados não contribuem nada a não ser para os especuladores imobiliários.
Não é possivel vir agora dizer a todas as colectividades e organizações de lisboa, muitas orientadas e controladas por pessoas de fora do concelho, que a torneira fechou. Lisboa é uma câmara como as restantes no pais e tudo se reflete no abandalho em que se encontra a cidade. Além dos tachos, e até da corrupção que deve haver, Lisboa assegura muitas prestações e responsabilidades sociais que ninguém aceitaria bem se tivessem de acabar. Isto é um problema que não é para dois, quatro ou dez anos.
Lisboa em debate (5)
Autoridade metropolitana de transportes, Aeroporto, Porto de Lisboa, nova rede de eléctricos, Carris, estacionamento e frente ribeirinha, tudo discutido pela rama. Este debate não passa de frases feitas.
A Fátinha continua a dominar. Se ela ainda puder recolher assinaturas, eu voto nela... a sorte é que a bateria do PC está a acabar e a RTP tem de despachar isto porque a seguir tem dois episódios da Anatomia de Grey (a não perder...). Além disso já está tudo a ver o documentário sobre o mundial na SIC e a novela na TVI.
Lisboa em debate (4)
Estou com a Helena Roseta sobre a baixa chiado (deve ter sido por ser ela a primeira a falar). Tornar a zona mais chique do que já é (???) e por isso mesmo razão da sua desertificação, é um absurdo. A baixa tem de se tornar uma parte da cidade como as outras. Precisa de ser recuperada e repovoada, seja qual for o tipo de famílias que as habitem, que logo se seguirá o carácter próprio da zona. A ideia de transformar a baixa chiado numa espédie nostalgia Kitsch, em que Lisboa é apenas uma réplica de todos os restantes centros históricos do mundo, não faz sentido. Afastar os carros do centro faz-se com transportes públicos e com vias alternativas que não atravessem o centro.
Aqui não há novidades, todos concordam. É preciso reabilitar e repovoar. Ninguém sabe onde vai buscar o dinheiro, mas vão fazer. Sem novidade, todos (ou quase todos) contra António Costa.
Extraordinário é ser considerado que o Chiado não pode ser vedado ao transito, porque as pessoas estão habituadas... é surpreendente. As pessoas não se podem habituar a novas realidades. E talvez não possam porque parques de estacionamentos são inviabilizados de imediato, não por serem tecnicamente impossíveis ou porque não é essa a ideia que se tem da cidade, mas ninguém sabe bem qual é...
Garcia Pereira é o primeiro a aflorar assim muito ao de leve a questão (esquecida, claro) da autoridade metropolitana de transportes. Esperemos que se fale mais noutra parte.
Mais um momento interessante, protagonizado por Pinto Coelho. "Não queremos viver no big brother"... queremos antes o estado policial que é outro nome de chamar a mesma coisa...
Lisboa em debate (3)
PNR allez allez... O candidato nacionalista (o candidato fora de sistema) só vem acrescentar banalidades num discurso sem cabeça, tronco e membros. Com tanta televisão já era altura de não lhe tremelicar a voz...
Surpresa é o candidato do MPT. Já tinha gostado da entrevista que o candidato tinha feito na RTP em que optou por ir para cacilhas para observar a cidade na sua totalidade. Parece-me que para pequeno partido, o candidato sabe bem o que quer e sabe expressar-se. Isso é muito positivo.
Acaba a ronda de habitação sem surpresas, e com o projecto da Zézinha, a atalho de foice...
Lisboa em debate (2)
Trica, trica, trica... A Fátinha continua a ser o maior evento deste debate. O Manuel Salgado é bom que ganhe e que faça alguma coisa desta vez. Se não for desta, é melhor arrumar a trouxa e ir para outro município.
Uma coisa é clara, a haver alguma coisa que mude em lisboa, tem de se começar por habitação porque a cidade está vazia.
Lisboa em debate
Dois anos e pouco, aqui estou de volta às lides autárquicas. Creio que dificilmente este debate vai ter tanto interesse como o de há uns anos entre Carmona e Carrilho. Mas tenho de ser justo, esta eleição fazia parte das autárquicas que me interessavam. Vamos a isto... mas com esta senhora vai ser dificil...
domingo, julho 01, 2007
Viva o Benfica
A entrada de Seara na campanha de negrão em Lisboa é suposto ajudá-lo??? Alguém me ajuda a compreender como é que a terceira escolha, agora promovida a primeira, se considera bem acompanhada pela segunda escolha, agora suplente para outras núpcias???
De facto não entendo. Um candidato que se quer forte não pode fazer-se acompanhar por outros que aparentemente o partido pelo qual ele concorre, gostaria mais de ter visto naquele lugar. É no mínimo sinal de fraqueza, mas dá sempre jeito para acompanhar numa feira. Afinal nem todos têm o à vontade do Portas e para quem não está habituado, isto das feiras pode ser uma coisa muito solitária.
Mas vejamos bem. Qual é a razão objectiva de Seara querer acompanhar Negrão ou de este ter convidado Seara. Não será certamente pelo estrondoso trabalho de Seara na câmara. Quem vive no concelho de Sintra, pouco ou nada têm visto dos últimos mandatos de Seara. Aliás estou a mentir, Não temos visto nada que seja responsabilidade directa da câmara, muito embora tudo por aqui (da minha janela e não só) pareça um verdadeiro estaleiro. O problema está em que estas obras do Polis ou o alargamento do IC19 não são obras exclusivas do executivo camarário. Antes obras em parceria com o outro executivo, aquele maiorzinho que fica lá para os lados de São Bento. Sobre o urbanismo nem vale a pena falar. As aberrações sucedem-se, este concelho está totalmente a saque e nas mãos dos vulgares construtores civis e o trabalho visível da câmara resume-se à gestão de danos.
A titulo de exemplo é interessante perceber que Seara fez aqui no Cacém o especial favor de colocar no poleiro os actuais presidentes de junta da sua estrondosa coligação. Até aqui não se via qualquer obra por mais mínima porque os presidentes de junta não tinham essa cor feliz e jovial que é o laranja, tinham outras tonalidades e logo não se pode colaborar com essa gente. Agora surgem áreas ajardinadas de 2 ou 3 metros quadrados para se dizer que alguém faz alguma coisa, e logo se coloca um gigantesco cartaz, muitas vezes literalmente maior que a obra, e para a posteridade fica um mini obelisco que identifica a autoria em azulejo.
Nada disso, não é por ser um excelente presidente de câmara que Seara visita as feiras com o Negrão. Ele faz isso porque Negrão também é do Benfica e ser do Benfica dá votos. Seara ganhou a câmara e a grande maioria das juntas do concelho com um sucedâneo da expressão “Ninguém pára o Benfica” adaptada às distintas realidades, “Ninguém pára o Cacém”; “ Ninguém pára Queluz” ou “Ninguém pára a Terrugem”, ao ponto de haver nas mesas de voto quem perguntasse qual era a posição do “gajo do Benfica” nos boletins de voto.
De facto não entendo. Um candidato que se quer forte não pode fazer-se acompanhar por outros que aparentemente o partido pelo qual ele concorre, gostaria mais de ter visto naquele lugar. É no mínimo sinal de fraqueza, mas dá sempre jeito para acompanhar numa feira. Afinal nem todos têm o à vontade do Portas e para quem não está habituado, isto das feiras pode ser uma coisa muito solitária.
Mas vejamos bem. Qual é a razão objectiva de Seara querer acompanhar Negrão ou de este ter convidado Seara. Não será certamente pelo estrondoso trabalho de Seara na câmara. Quem vive no concelho de Sintra, pouco ou nada têm visto dos últimos mandatos de Seara. Aliás estou a mentir, Não temos visto nada que seja responsabilidade directa da câmara, muito embora tudo por aqui (da minha janela e não só) pareça um verdadeiro estaleiro. O problema está em que estas obras do Polis ou o alargamento do IC19 não são obras exclusivas do executivo camarário. Antes obras em parceria com o outro executivo, aquele maiorzinho que fica lá para os lados de São Bento. Sobre o urbanismo nem vale a pena falar. As aberrações sucedem-se, este concelho está totalmente a saque e nas mãos dos vulgares construtores civis e o trabalho visível da câmara resume-se à gestão de danos.
A titulo de exemplo é interessante perceber que Seara fez aqui no Cacém o especial favor de colocar no poleiro os actuais presidentes de junta da sua estrondosa coligação. Até aqui não se via qualquer obra por mais mínima porque os presidentes de junta não tinham essa cor feliz e jovial que é o laranja, tinham outras tonalidades e logo não se pode colaborar com essa gente. Agora surgem áreas ajardinadas de 2 ou 3 metros quadrados para se dizer que alguém faz alguma coisa, e logo se coloca um gigantesco cartaz, muitas vezes literalmente maior que a obra, e para a posteridade fica um mini obelisco que identifica a autoria em azulejo.
Nada disso, não é por ser um excelente presidente de câmara que Seara visita as feiras com o Negrão. Ele faz isso porque Negrão também é do Benfica e ser do Benfica dá votos. Seara ganhou a câmara e a grande maioria das juntas do concelho com um sucedâneo da expressão “Ninguém pára o Benfica” adaptada às distintas realidades, “Ninguém pára o Cacém”; “ Ninguém pára Queluz” ou “Ninguém pára a Terrugem”, ao ponto de haver nas mesas de voto quem perguntasse qual era a posição do “gajo do Benfica” nos boletins de voto.
A estratégia é clara. Eusébio ao almoço e Seara à tarde, na feira. Amanhã quem será?? Não interessa, a única coisa importante é o Benfica.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Zangas de comadres

"Neste momento, eu zanguei-me!"
A Zé é tramada. Tão consciente de si mesma. Ainda mal se zangara e já o constatava. E assumia. Não fôra isso e poder-se-ia questionar o momento da zanga e a Zé não gosta cá de confusões.
Ainda para mais, essas confusões poderiam questionar as suas motivações nas diferentes formas de relacionamento que tem mantido com o executivo camarário. Não estava zangada quando suportou o executivo minoritário e agora zanga-se.
O timing da Zé até nem foi dos piores. A primeira zanga (a não assumida) ainda é anterior a estas confusões todas. Só a segunda zanga (a assumida em tempo real) é que surge quando a casa já está a arder.
Enfim... Coisas de tios e tias... Só é pena é que estes tios e estas tias têm funções de grande responsabilidade, para as quais foram eleitos...
terça-feira, fevereiro 06, 2007
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