quarta-feira, novembro 05, 2008

Momento de americanismo primário

Também tenho direito aos meus sentimentos primários...
Digam lá onde é que está o país, onde apesar de tudo, continua a estar a maior capacidade de inspiração para o resto do mundo? Onde é que está a capacidade de continuar a reinventar a história? De lhe dar novas características e valores? Onde é que vamos ciclicamente reforçar o nosso capital de esperança no futuro?
Está onde sempre esteve, desde que em 1776 se escreveram as palavras "...all men are created equal..."

4 comentários:

o anónimo do costume (de sempre) disse...

Que bom é ter de novo esta janela aberta ao mundo! Não só "circula mais ar" como voltamos a ter mais um ponto de encontro! Que seja um bom e duradouro regresso, então!
E já agora, para voltarmos ao debate, não pareça anti-americanismo primário ou euopeísmo primário (eurocentrismo, portanto...), mas esse espírito de que falas não vem precisamente do lado de cá, da Revolução Francesa, Rousseau e outros, ainda que talvez refrescado pelo pioneirismo de um "novo mundo"? É uma ideia só... Abraço grande e cá estaremos...

idem disse...

Ah, claro, e esqueci-me de dizer... nada como um "grande tema político" para o regresso do nosso amigo, não é? Até por "ossos do ofício", agora... ;-)

José Raposo disse...

Sim meu amigo, concordo consigo. Aliás os "fouding fathers" até foram beber muito ao John Locke e sus muchachos seguintes. Mas o que é que temos feito deste lado para honrar esse espírito ultimamente? Assim de repente só vejo o projecto complpetamente atípico de contrução europeia. Atípico enquanto bom e innovador, mas ambos sabemos que a partir de certa altura isso tem sido mais festas de que a construção de uma união política real.

José Raposo disse...

Escrever depressa dá em escrever com erros. Só para dizer mais que nao basta termos tido boas ideias e criado valores no passado... é preciso mais.